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Case · Varejo de eletrodomésticos

R$ 400 mil em pagamentos recuperados em 90 dias.

Um grande varejista de eletrodomésticos passou de 0,29% para 1,97% de aumento no faturamento em três meses. Sem trocar o gateway e sem projeto de integração.

R$ 400 milrecuperados entre março e maio de 2026
7,2×de crescimento do 1º para o 3º mês
1,97%de aumento no faturamento no 3º mês, 99% da meta

Um varejista onde cada recusa custa caro.

Grande varejista brasileiro de eletrodomésticos e eletroportáteis, com e-commerce próprio D2C. Ticket médio da loja de R$ 748, bem acima da média do varejo online.

A decisão de compra é demorada e cada pedido vale muito. Um pagamento que falha é uma perda desproporcional.

Uma em cada três tentativas de pagamento não virava venda.

A taxa de aprovação estava em 64,31%, depois de o consumidor já ter escolhido o produto e decidido comprar. A mídia que trouxe esse cliente já tinha sido paga. A venda, não.

PIX não pago ou expirado, boleto vencido, falta de saldo, dados incorretos e erro no checkout. Falhas concretas, que a retentativa do gateway não resolve.

Não é lembrete para quem desistiu da compra: aqui houve tentativa de pagamento, e ela falhou.

Como a UBLE atuou.

  1. 1

    Identificou cada falha

    Motivo e impacto financeiro de cada pagamento não concluído, em tempo real e sem trocar o gateway.

  2. 2

    Levou o cliente de volta

    WhatsApp, SMS e e-mail com comunicação personalizada e link para um checkout pronto.

  3. 3

    Devolveu a receita ao caixa

    A venda dada como perdida se concretiza, sobre pedidos que já custaram para chegar ao checkout.

A rampa, de março a maio de 2026.

Números conciliados mensalmente pelo time financeiro do cliente. Março contempla 21 dias de operação. Aumento no faturamento = valor recuperado ÷ faturamento sem a recuperação.

MêsRecuperadoAumento no faturamentovs. mês anterior
Março (21 dias)R$ 33 mil0,29%
AbrilR$ 133 mil1,32%4,1×
MaioR$ 234 mil1,97%1,8×
Total em 90 diasR$ 400 mil7,2×

O que aconteceu em cada etapa.

Mês 1

Diagnóstico

Resultado abaixo do esperado, com causa encontrada rápido: 55% das mensagens não eram entregues, e um redirecionamento no domínio do cliente derrubava o pedido de quem clicava.

Mês 2

Correção

Com o tipo de mensagem reclassificado, a falha de entrega caiu para perto de zero. A recuperação saltou 4,1× e as vendas diretas pelo link subiram de 40% para 59%.

Mês 3

Escala

Canal, horário e abordagem otimizados para o perfil da loja. 242 vendas recuperadas, ticket médio de R$ 969 e 1,97% de aumento no faturamento, 99% da meta de 2%.

Por que o primeiro mês importa.

Os R$ 234 mil do terceiro mês vieram de diagnóstico, não de sorte. Recuperar pagamento recusado exige entender código de recusa, comportamento de adquirente e entregabilidade de mensagem.

É esse trabalho, não a ferramenta, que separa 0,29% de 1,97%.

O que o varejo de eletrodomésticos deve observar.

A falha se concentra no pedido mais caro

Ticket médio recuperado de R$ 969, contra R$ 748 da operação no mesmo mês: 30% acima.

Aprovação na casa dos 60% passa despercebida

Sem uma camada olhando falha por falha, ninguém percebe o tamanho da receita perdida.

PIX e boleto concentram perda silenciosa

Em compras de valor alto, o consumidor gera o PIX ou o boleto e não paga. Essa venda não aparece em nenhum relatório de recusa de cartão.

Existe uma rampa

Cada e-commerce tem particularidades técnicas. Os primeiros 90 dias são de calibragem, e os ganhos maiores vêm depois.

Case anonimizado a pedido do cliente. Dados de operação real, de março a maio de 2026, conciliados mensalmente com o time financeiro do varejista.

Quanto do seu faturamento está parando no checkout?

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